
Muitas vezes o simples facto de termos de tomar decisões, fazem com que sintámos em nós sensações de dor, transmitida por um aperto no estômago ou então de uma corrente transversal de pensamentos que aparentemente não nos levam a decidir nada.
Assim torna-se mais fácil não decidir e adiar.
Nesses momentos em que nada mais resta somos capazes, de apelarmos ao destino, ou ao tempo, ou à oportunidade ou meramente a uma qualquer figura divina tendo como objectivo máximo que a decisão seja tomada por nós.
Nestas situações o livre arbítrio é o que mais deve ser tomado em conta. Ele teima em mostrar em cada um dos nossos passos que somos os únicos responsáveis pelos nossos caminhos e é ele (o livre arbitrio) que nos vai ajudar a traça-los;
Nunca saberemos qual o nosso futuro,
Nunca saberemos como é que o caminho que tomamos termina;
Mas, mesmo assim somos como que obrigados pela nossa mente a decidir.
E se por arte de qualquer virtude ou "desvirtude conceptual" o nosso fado escolhido for o errado? Como iremos nós ter consciência disso? Alguém nos irá comunicar? Será um amigo? Um inimigo? Um simples desconhecido?
Ou seremos nós mesmos a chegar a essa conclusão?
Será que há a eventualidade de o arrependimento chegar no futuro? Ou será que não?
Será que no futuro nos iremos conseguir justificar a nossa tal opção?
TALVEZ
A cada dia (ou qualquer outro limite temporal), o ciclo em que vivemos acaba e novamente seremos como que "forçados" a tomar decisões....
A cada escolha novas dores talvez mais intensas virão....
Mas onde fica o acaso? Onde fica o destino? Onde ficam eles no meio desta história a que chamamos vida?
Bem isso é a história para mais um novo dia.....



